Era o espelho e a face. A face perplexa diante de um abismo criado após o terremoto da verdade interior. Era assim como ele via o certas verdades: como um terremoto. Essas verdades não vêm ao caso. O que interessa era o estado lastimável do jovem diante de tal abismo. Estava a exatamente 5,73cm de distância da queda livre. E não sabia se pulava ou não para alcançar o outro lado. É interessante notar que nesse momento de reflexão intensa, ele está em seu santuário mais sagrado: o banheiro de sua casa. Sempre era onde tomava as decisões mais importantes, recebia inspirações divinas para a elaboração de idéias. Era o local onde tinha mais liberdade. Oras, podia até ficar nu e trancar a porta quem ninguém questionaria depois nada sobre nada! Enfim, voltando ao dilema irrelevante do rapaz... Foi graças a esse cataclisma em sua vida que ele resolveu pesquisar antes de decidir se pulava ou não.
Então voltou para o seu quarto e abriu a janela para o mundo: ligou o computador. Entre uma pesquisa e outra sobre a origem e resolução de seu problema, viu que o buraco era mais embaixo, e mais e mais e muito mais embaixo. Isso o incentivou a meditar. Pronto, descobriu um universo novo. Meditar... Nunca tinha feito isso antes. Nem sabia como se fazia, nem sabia se fazia certo. Mas meditou. Então resolveu pular. E não é que deu certo? Só não havia se tocado que haviam mais rachaduras provenientes do terremoto, que mais cedo ou mais tarde ele teria que pular. Ainda bem que tinha a internet como guia. Pena que esse guia não é muito confiável. Pena que conforme o tempo foi passando ele acabou tomando outros caminhos para desviar de buracos com amis frequência. A semente plantada naquele dia do espelho já havia germinado e começava a crescer, não havia morrido ainda. A mudinha estava apenas adormecida.
sábado, 14 de agosto de 2010
-1
Acorda. O Sol bate na janela fechada e indica que mais uma jornada diária deve ser realizada. A tentação da rebeldia é muito grande, mas as águas frias esperam a alma cansada. Depois de lavar-se, anda como uma pessoa agora em direção do que lhe sustenta. Ingere toda a lactose e volta para seu santuário para outro tipo de purificação. Quando o ritual se completa, quer dizer que a trilha deve ser seguida, rumo ao conhecimento. A aprendizagem já começa logo no caminho: sentidos passivos e locomoção ativa. Ativa e ilusória. Tudo ilusão na verdade ponto
Ao chegar no ginásio de estudos, vozes, livros, computadores e um monte de interferências atravessam como uma onda quente molecular toda a armadura de carne do espírito, que se adequa ao ambiente com uma armadura de gelo. Um gelo frágil, que derrete na presença de alguns que emanam certos raios de comoção.
Acabada a sessão que é tomada como certa no roteiro, os letreiros passam conforme a volta para o monte de seu templo é realizada ao som de passos inseguros. O que viria pela frente dependeria do dia, dependeria de muita coisa, de tudo. Só continuaria então as missões que já começara ou começaria, como se a verdade de um eterno presente fosse nula e nada mais importasse se não a ladainha que preenche as lacunas de uma vida inserida na tal sociedade.
Agora... Quando iria aprender esse pobre deus a aprender de verdade? Ele sabia o que estaria por vir? O terremoto que abalaria sua vida? Estaria ápto para iniciar sua epopéia fantástica? Quem era? Seria digno de realizar tal tarefa? Se você que está lendo isso deu uma resposta para todas essas perguntas, é melhor rever os seus conceitos. Não que estejam erradas, mas você, de fato, não sabe nada. Se você deve se preocupar? Não. Apenas acompanhe o ser dessa história em sua procissão e talvez você descubra alguma coisa. Apenas um aviso: nada do que foi visto até agora tem a ver com o estilo do que surgirá em um possível futuro e o inesperado reina sobre as mentes dos desavisados. Por isso... Preparem-se!
Ao chegar no ginásio de estudos, vozes, livros, computadores e um monte de interferências atravessam como uma onda quente molecular toda a armadura de carne do espírito, que se adequa ao ambiente com uma armadura de gelo. Um gelo frágil, que derrete na presença de alguns que emanam certos raios de comoção.
Acabada a sessão que é tomada como certa no roteiro, os letreiros passam conforme a volta para o monte de seu templo é realizada ao som de passos inseguros. O que viria pela frente dependeria do dia, dependeria de muita coisa, de tudo. Só continuaria então as missões que já começara ou começaria, como se a verdade de um eterno presente fosse nula e nada mais importasse se não a ladainha que preenche as lacunas de uma vida inserida na tal sociedade.
Agora... Quando iria aprender esse pobre deus a aprender de verdade? Ele sabia o que estaria por vir? O terremoto que abalaria sua vida? Estaria ápto para iniciar sua epopéia fantástica? Quem era? Seria digno de realizar tal tarefa? Se você que está lendo isso deu uma resposta para todas essas perguntas, é melhor rever os seus conceitos. Não que estejam erradas, mas você, de fato, não sabe nada. Se você deve se preocupar? Não. Apenas acompanhe o ser dessa história em sua procissão e talvez você descubra alguma coisa. Apenas um aviso: nada do que foi visto até agora tem a ver com o estilo do que surgirá em um possível futuro e o inesperado reina sobre as mentes dos desavisados. Por isso... Preparem-se!
sábado, 7 de agosto de 2010
Die Tour
E ele cantava no banheiro. Cantava o mais alto que podia. Sem se dar conta que a vibração de cada nota efetuada se estendia rumo ao infinito, ao centro do absoluto. Era a mesma frequência de sua essência. E apenas cantava e dançava, no único lugar onde se trancava e era livre. Pelo menos é o que o pobre achava. Mas não podemos contar a verdade para ele, se não acaba a graça e ele pode acabar tropeçando em seus shows diários entre um banho e outro durante a semana.
Quando olhava para o espelho embaçado, via o que queria ver. Via tudo deformado. Tudo percorria em direção ao chão, caminhando sempre nos caminhos que as gotas faziam. E o vapor começava a sufocar.
Apenas ele entendia o que escrevia com o dedo no espelho. E tudo começava a se apagar conforme ele olhava. Então escrevia novamente, ou desenhava mesmo, outra poesia sobre amores platônicos, completamente desconexas uma com a outra. Completamente desconexas com a vida. Não havia uma história só, eram várias fábulas diferentes umas das outras. Todas inacabadas. Todas em um mundo onde não havia sombra de seres humanos, onde a luz era maior.
E o show não parava. Entre uma música e outra, entre uma coreografia e outra, que constituiam um show sem tema e caótico, haviam as pausas eternas onde o cantor se mergulhava em um mar profundo de água azul marinha. Isso tudo lá dentro do camarim. Era uma água que paralizava. Congelava. Envenenava. Queimava. Dava sono e confusão.
Nessas pausas ele encontrava-se consigo mesmo. Ele tentava se abraçar, se beijar. Nem sabia porque, mas tentava. Então partia para semelhantes quando o efeito pertubador passava. Mas todos só relembravam o amargo suor frio que escorria de seu corpo pálido quando estava atrás do palco.
Então, mais que depressa, corria noevamente para saudar seus fãs, que nem lembravam quem ele era. Nem nunca souberam. Ele havia se esquecido de alcançar o sucesso para se promover. Mas enfim... Novamente cantando, percebera que precisava de mais gente. Queria alguém para a sua banda. Então ele ligou assim que saiu do banho para uma pessoa muito querida. Era a guitarrista. Como ele não tinha pensado nisso antes? Afinal, fazia tanto tempo que não se viam... Tanto tempo que não se divertiam. Que não tocavam juntos.
Foi quando, em um show, agora em outro lugar que não o banheiro, havia começado. Foi o show mais comprido da vida dele. O mais bem sucedido. Mas ele não estava satisfeito. Queria mais. Precisava de um fã clube, alguém que lhe amasse e não fosse de sua família ou um velho conhecido.
Então ele resolveu se produzir para sair em público, junto da guitarrista. Foram promover a banda e seu trabalho, distribuindo panfletos tanto feitos de papel quanto panfletos que viajavam na velocidade da luz de um canto do mundo para o outro. Bateram de cara. Ou melhor, ele bateu de cara. A guitarrista já estava casada com ela mesma, não precisava de outra pessoa. E ele só tropeçava e insistia em sentir a dor, em não abandoná-la.
Arrasado, ele volta pra casa. Ele volta para o banho. Para a sua sauna particular. Seu show particular. Quando percebeu já estava de banho tomado, em seu quarto, apenas de toalha. Sozinho. Sem apoio, apenas sobre seus pés, na frente do espelho, imerso no vasto ar que pesava sobre sua cabeça, incomodado com o suor que desvalorizava o banho que acabara de tomar, pertubado com a visão que tinha. E, com toda a sua inocência, falou para si mesmo "foi o melhor show que pude fazer". Deixou a toalha cair e se atirou na cama, para só acordar no outro dia.
Ele só continuava quando batiam palmas. Mas o público não percebeu qual era a dele. Seu som era pesado de mais. Era também feliz de mais. O povo é mau e não quer saber. Jogam tomates mesmo. E não são músicas sobre o seu mais frágil eu que vão tocar a alma das pessoas. Talvez esse não seja o tema do seu show. Talvez nem ele saiba ainda o tema de seu próprio show. Vamos apenas continuar observando para ver se ele descobre. Se ele consegue encontrar sua liberdade na verdadeira música.
Quando olhava para o espelho embaçado, via o que queria ver. Via tudo deformado. Tudo percorria em direção ao chão, caminhando sempre nos caminhos que as gotas faziam. E o vapor começava a sufocar.
Apenas ele entendia o que escrevia com o dedo no espelho. E tudo começava a se apagar conforme ele olhava. Então escrevia novamente, ou desenhava mesmo, outra poesia sobre amores platônicos, completamente desconexas uma com a outra. Completamente desconexas com a vida. Não havia uma história só, eram várias fábulas diferentes umas das outras. Todas inacabadas. Todas em um mundo onde não havia sombra de seres humanos, onde a luz era maior.
E o show não parava. Entre uma música e outra, entre uma coreografia e outra, que constituiam um show sem tema e caótico, haviam as pausas eternas onde o cantor se mergulhava em um mar profundo de água azul marinha. Isso tudo lá dentro do camarim. Era uma água que paralizava. Congelava. Envenenava. Queimava. Dava sono e confusão.
Nessas pausas ele encontrava-se consigo mesmo. Ele tentava se abraçar, se beijar. Nem sabia porque, mas tentava. Então partia para semelhantes quando o efeito pertubador passava. Mas todos só relembravam o amargo suor frio que escorria de seu corpo pálido quando estava atrás do palco.
Então, mais que depressa, corria noevamente para saudar seus fãs, que nem lembravam quem ele era. Nem nunca souberam. Ele havia se esquecido de alcançar o sucesso para se promover. Mas enfim... Novamente cantando, percebera que precisava de mais gente. Queria alguém para a sua banda. Então ele ligou assim que saiu do banho para uma pessoa muito querida. Era a guitarrista. Como ele não tinha pensado nisso antes? Afinal, fazia tanto tempo que não se viam... Tanto tempo que não se divertiam. Que não tocavam juntos.
Foi quando, em um show, agora em outro lugar que não o banheiro, havia começado. Foi o show mais comprido da vida dele. O mais bem sucedido. Mas ele não estava satisfeito. Queria mais. Precisava de um fã clube, alguém que lhe amasse e não fosse de sua família ou um velho conhecido.
Então ele resolveu se produzir para sair em público, junto da guitarrista. Foram promover a banda e seu trabalho, distribuindo panfletos tanto feitos de papel quanto panfletos que viajavam na velocidade da luz de um canto do mundo para o outro. Bateram de cara. Ou melhor, ele bateu de cara. A guitarrista já estava casada com ela mesma, não precisava de outra pessoa. E ele só tropeçava e insistia em sentir a dor, em não abandoná-la.
Arrasado, ele volta pra casa. Ele volta para o banho. Para a sua sauna particular. Seu show particular. Quando percebeu já estava de banho tomado, em seu quarto, apenas de toalha. Sozinho. Sem apoio, apenas sobre seus pés, na frente do espelho, imerso no vasto ar que pesava sobre sua cabeça, incomodado com o suor que desvalorizava o banho que acabara de tomar, pertubado com a visão que tinha. E, com toda a sua inocência, falou para si mesmo "foi o melhor show que pude fazer". Deixou a toalha cair e se atirou na cama, para só acordar no outro dia.
Ele só continuava quando batiam palmas. Mas o público não percebeu qual era a dele. Seu som era pesado de mais. Era também feliz de mais. O povo é mau e não quer saber. Jogam tomates mesmo. E não são músicas sobre o seu mais frágil eu que vão tocar a alma das pessoas. Talvez esse não seja o tema do seu show. Talvez nem ele saiba ainda o tema de seu próprio show. Vamos apenas continuar observando para ver se ele descobre. Se ele consegue encontrar sua liberdade na verdadeira música.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Tempo
E minha criação estava completa, correndo pelos campos floridos. Mas correndo com uma malícia em seu rosto. É que fugia de mim. Fugia por toda a sua eternidade. Era a criação do século, talvez do milênio. Na verdade, era a criação que duraria toda a sua vida - e que nunca acaba.
Era como uma revolta sem fim essa fuga. Acabei desperdiçando todo meu tempo, correndo por desertos, cansado debaixo do sol escaldante e da tempestade de areia das ampulhetas enfileiradas, formando uma linha no horizonte do deserto ilusório. Acabava de se iniciar uma escravidão de uma ilusão criada, criada pelo criador que gosta de correr atrás do que cria, esquece que na realidade essa busca pelo que foge está toda errada. A partir do momento que se gasta toda essa energia na perseguição de um ladrão, fruto de quem o persegue, há algo errado. Muito errado.
Esse erro serve como um tapa olho para o caminho certo, que leva para um campo onde a grama é mais verde e nunca envelhece. Apenas se desgasta. E isso é muito possível, basta apenas ter foco no que é certo.
Era como uma revolta sem fim essa fuga. Acabei desperdiçando todo meu tempo, correndo por desertos, cansado debaixo do sol escaldante e da tempestade de areia das ampulhetas enfileiradas, formando uma linha no horizonte do deserto ilusório. Acabava de se iniciar uma escravidão de uma ilusão criada, criada pelo criador que gosta de correr atrás do que cria, esquece que na realidade essa busca pelo que foge está toda errada. A partir do momento que se gasta toda essa energia na perseguição de um ladrão, fruto de quem o persegue, há algo errado. Muito errado.
Esse erro serve como um tapa olho para o caminho certo, que leva para um campo onde a grama é mais verde e nunca envelhece. Apenas se desgasta. E isso é muito possível, basta apenas ter foco no que é certo.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Anonimato
O anonimato alheio. O encontro de vidas vividas por outras cruzadas com a própria vida, mesmo que seja um cruzamento opaco, triste e de mão nos queixos. É quando observamos um olhar perdido mirando além da paisagem que se vê através de janelas. Paisagens que se movimentam e, mesmo assim, não tiram o foco do sofrimento de quem enxerga além da paisagem.
Também a há a situação de esbarrarmos nossa aura com a de terceiros em passos indiferentes em lugares aleatórios. Passos esses que guiam uma vida, mas nunca mais que isso. E todas com um ar de individualismo, de que não notam outras vidas e, se notam, notam apenas a carne que as revestem. É tudo passageiro.
Teriam parado pra pensar, ou melhor, teriam pensado enquando andam em direção ao destino (conhecido apenas por quem quer chegar nesse destino, e a ele foi atribuido) que é possível haver mais vidas como elas? Não iguais, porque isso é impossível, mas com a mesma essência que é a de ser uma vida? Que roupas, comidas, trabalhos, famílias e amores diversos e inimagináveis existem paralelamente a sua vida, que não é mais especial que outra pois vive assim como qualquer vida vive?
Sim, toda vida tem sua própria vida, que é vista como particular e que nenhuma outra vida tem nada a ver com isso. E assim forma-se a camada de gelo expresso ao redor da vida de hoje.
Como é possível haverem mais vidas que vivem assim como a vida única de cada ser? Será que uma vida consegue imaginar como é viver a vida de outro? Como imaginar algo que nunca foi visto? Nunca foi... vivido?
O mais engraçado e triste ao mesmo tempo é quando uma vida se identifica com outra sem ter ao menos conhecido-a. É tudo muito louco. E melancólico. Aliás esse estilo todo de se viver e reparar nas vidas alheias é muito alternativo. É ter encontrado uma alma humilde e cheia de alegria, ou ardor carnal que atinge uma linha sublime de inocência e logo vibra na mesma frequência do que se é identificável. Do que nos parece próximos pois nos entendem. Ou pelo menos nós as entendemos.
E o adeus, o inevitável adeus, vivido por todas as vidas quase todo dia. É muito triste. Ou para os mais insensíveis, é apenas mais um adeus. Para os que não reparam na beleza que é viver e de se ter uma companhia nessa jornada.
Agora, para os que se apegam... É como parir e ter que doar seu filho. Já faz parte de você. Já faz parte da vida. Mesmo que anônima, que mais uma, é mais uma vida que está na sua vida, ela contribuiu para escrever a linha do exato momento em que o encontro de duas dinvidades se encontraram. Mesmo que inconscientes. Mesmo que sem querer.
Pior que o adeus é a indiferença. Pronto, daí o mundo já não tem mais sentido. Sua vida fica feia, fica bamba. É que a vida dos sensíveis é fraca, precisa se agarrar nas outras, por que não, nas insensíveis, para continuar. E depois cair novamente.
Adeuses e tropeços são inevtáveis nessa fascinante e solitária vida, onde todos parecem estar mais ocuapados e com mais problemas que você, mais sofridas. Ou vice-versa. É, é o que normalmente acontece, achamos que ninguém consegue imaginar como é a sua vida e sente que deveria expô-la para todos. Por que não registrar sua vida em vídeos e lançar uma série com elas? Faria muito sucesso não? Não sei a sua, mas a minha faria.
Agora deixe-me viver a minha e volte a caminhar para onde ia. Nosso tempo acabou.
Também a há a situação de esbarrarmos nossa aura com a de terceiros em passos indiferentes em lugares aleatórios. Passos esses que guiam uma vida, mas nunca mais que isso. E todas com um ar de individualismo, de que não notam outras vidas e, se notam, notam apenas a carne que as revestem. É tudo passageiro.
Teriam parado pra pensar, ou melhor, teriam pensado enquando andam em direção ao destino (conhecido apenas por quem quer chegar nesse destino, e a ele foi atribuido) que é possível haver mais vidas como elas? Não iguais, porque isso é impossível, mas com a mesma essência que é a de ser uma vida? Que roupas, comidas, trabalhos, famílias e amores diversos e inimagináveis existem paralelamente a sua vida, que não é mais especial que outra pois vive assim como qualquer vida vive?
Sim, toda vida tem sua própria vida, que é vista como particular e que nenhuma outra vida tem nada a ver com isso. E assim forma-se a camada de gelo expresso ao redor da vida de hoje.
Como é possível haverem mais vidas que vivem assim como a vida única de cada ser? Será que uma vida consegue imaginar como é viver a vida de outro? Como imaginar algo que nunca foi visto? Nunca foi... vivido?
O mais engraçado e triste ao mesmo tempo é quando uma vida se identifica com outra sem ter ao menos conhecido-a. É tudo muito louco. E melancólico. Aliás esse estilo todo de se viver e reparar nas vidas alheias é muito alternativo. É ter encontrado uma alma humilde e cheia de alegria, ou ardor carnal que atinge uma linha sublime de inocência e logo vibra na mesma frequência do que se é identificável. Do que nos parece próximos pois nos entendem. Ou pelo menos nós as entendemos.
E o adeus, o inevitável adeus, vivido por todas as vidas quase todo dia. É muito triste. Ou para os mais insensíveis, é apenas mais um adeus. Para os que não reparam na beleza que é viver e de se ter uma companhia nessa jornada.
Agora, para os que se apegam... É como parir e ter que doar seu filho. Já faz parte de você. Já faz parte da vida. Mesmo que anônima, que mais uma, é mais uma vida que está na sua vida, ela contribuiu para escrever a linha do exato momento em que o encontro de duas dinvidades se encontraram. Mesmo que inconscientes. Mesmo que sem querer.
Pior que o adeus é a indiferença. Pronto, daí o mundo já não tem mais sentido. Sua vida fica feia, fica bamba. É que a vida dos sensíveis é fraca, precisa se agarrar nas outras, por que não, nas insensíveis, para continuar. E depois cair novamente.
Adeuses e tropeços são inevtáveis nessa fascinante e solitária vida, onde todos parecem estar mais ocuapados e com mais problemas que você, mais sofridas. Ou vice-versa. É, é o que normalmente acontece, achamos que ninguém consegue imaginar como é a sua vida e sente que deveria expô-la para todos. Por que não registrar sua vida em vídeos e lançar uma série com elas? Faria muito sucesso não? Não sei a sua, mas a minha faria.
Agora deixe-me viver a minha e volte a caminhar para onde ia. Nosso tempo acabou.
Névoa amorfa e invisível que esconde tudo que tem um real valor
Um dos maiores erros que a humanidade vive cometendo é o de enxergar um átomo. É entender um átomo. Além de ser um erro, não tem graça. Perde-se todo o sentido quando se tenta. Sentido de ser, sentido de estar. E aquele famoso vazio, que nos é íntimo e muitas vezes achamos que é pessoal, preenche até transbordar um corpo sem matéria, um corpo desfigurados pela própria ousadia de querer desvendar o átomo e seu mistério. Mistério esse, que nem é exclusivo do átomo e vive escondido, atrás de moitas, pedras, nos bosques e nas gotículas de água presentes no sereno. A perfeição do desconhecido conhecido por todos.
Esse desconhecido é único e ubíquo. É a essência da água, é a canção da natureza que ressoa como a brisa que se espande para o universo e seu vasto infinito. Infinito porque não se sabe de nada. A partir do momento que se sabe tudo, tudo já não existe mais, nem que tudo sabe. A excitação desaparece e tudo o que citei anteriormente também. É tudo vão.
Mas sabiamente, vários muros foram contruidos para impedir que esse apocalipse chegue algum dia. Se ele chegar, será de outro modo, mas nunca porque um infeliz deteve toda a informação que desejava. Ele sempre será infeliz e morrerá em outro apocalipse caso não mude sua filosofia e simplesmente sinta os números que calcula, beba toda sua soda cáustica e leite de magnésia com cobertura extra de células e seus DNAs. Enquanto produzir todo esse armamento em busca do proibido que faz o fluxo cósmico girar, o infeliz semrpe será infeliz e ponto. Se quer mudar, o primeiro passo seria conformar-se.
Agora, também não é porque temos raiva ou dó do infeliz, cego pela sua sede de experimêntos que desafiam o próprio mistério, que devemos rotular (aliás, outro grande erro da humanidade) a vontade sadia de vestirmos uma capa, chapéu e uma lupa. Essa nossa fantasia, que nasceu no mesmo dia que alguém nasceu, não passa de uma fantasia. Não nos tornaria um profissional. Não nos torna Deus. Logo, ela é saudável. Aliás, é recomendável que se use-a! Pena que nem todos notam que dentro de seu baú existe tal roupa. E pena que alguns que notam, já querem trocá-la por outra de cientísta e depois uma fantasia falsificada de Deus.
Acho que a mãe desses últimos não educaram seus filhos direito. Não colocaram limites. Apenas mimaram e mimaram e mimaram... Quando viram, já eram monstros! Isso que dá, comprar fantasias falsificadas... Pirataria é crime! Se não se pode ter uma fantasia dessas, então que não a tenha! Essa mania de querer possuir o que não pode, na agridoce ilusão de que é mais malandro e que tem o que se quer... Apenas ilusão... Apenas contribuição para um crime maior, um crime que não se vê. Crime semelhante ao de tentar desvendar um ovo, sua mãe e seu conto. Só que esse último é pior. É o erro humano que estava falando sobre antes de começar a explicação sobre as fantasias.
Agora um vazio preenche minha mente e a torna vazia. Perdi a linha. É como uma sala cúbica, toda branca e impossível de se codificar. Ela mexe um pouco suas arestas e a área da superfície próxima a elas. Foi o que passou pela minha cabeça. Assim como uma pomba branca passa pelo céu azul com núvens. Tudo tão mundano. Tudo tão cheio de máscaras já usadas em outros tantos carnavais... Também frutos de humanos. É tudo parte de um código que só faz sentido para quem o criou. E que na verdade é uma farça, cobrem com seu véu refletor todo o resto, toda a nudez existente no ser e estar puros. O que é bruto já está lapidado. Já não tem mais sua função de simples pedra bruta, feia. De pesar sobre o solo, de rolar tortamente devido a suas perfeitas formas deformadas. É tudo tão perfeito. E não se sabe o motivo da perfeição de tudo e nem como foram para onde chegaram, onde estão e onde sempre estiveram. É o mistério a não ser desvendado. Porque, todos que são felizes sabem: nem tudo foi criado para ser descoberto. Não do jeito que se pensa que deve se descobrir. Esse jeito errado que todos acreditam ser o certo, não passa de uma ilusão de uma vida fútil na tentativa ridícula de se aumentar o que já está grande de mais. De que jeito então? Como se descobre de maneira correta se o modo que sabemos é errôneo e sem saída? Bem, isso é segredo. E esse segredo é tão bem guardado que nem eu mesmo sei. Ainda estou procurando com a minha lupa. Mas não do mesmo jeito que os infelizes a usavam: a lupa deve ser usada com o terceiro olho. Só assim se descobre o caminho até o fofoqueiro que contará o segredo, a Verdade Absoluta.
E os que a conhecem não contam a ninguém. Não pode, é pecado! Nem Deus pode contar para alguém, mesmo que em forma de inspiração ou milagre, porque é pecado contra ele mesmo! Pecado contra quem descobre o segredo sem antes ter investigado as impressões digitais e pegadas do fofoqueiro. Pelo menos eu sei onde ele mora: na caverna mais profunda do organismo de quem procura. Talvez no estômago? Não, muito sujo, ph muito baixo, estofado de pecado. Talvez o miocárdio ou o cérebro. Com certeza em algum lugar onde haja algum centro magnético vital. Talves em todos eles. Talvez na união de todos eles junto da inocência e real felicidade de apenas sentir e provar um pouco do mistérios que nos rodeiam, esses safados indecifráveis que fazem questão de nos iludir. Nos fazem acreditar que devem ser encontrados, como uma brincadeira de esconde esconde. Mas na verdade estão em esconderijos de terroristas. Pelo menos sabemos seus nomes. Sabemos que estão mais perto do que imaginamos. Mantemos relações a longas distâncias, contato telepático - outro enigma porém mais palpável.
Quando o momento certo chegar, o encotro tão esperado acontecerá. Forçar algo antes da hora pode ser trágico. É como parir um bebê com uma barriga de apenas 2 meses. Certeza de que não vingará. Mas para que a pressa? O caminho é tão bonito, há tanto do que se quer conhecer no caminho... Quer coisa melhor do que observar o tempo todo o que se deseja conhecer? É como um safari com animais selvagens - mistérios selvagens. Tudo é mistério. O mistério é tudo. Só é trevas quando não se deseja desvendá-lo. Só é apocalipse quando é desvendado. Se não o sentido criado por eles mesmos some. Eles são Deus. Deus é o maior mistério. Deus é tudo. E tudo é uma coisa só. Que serve pra quê? Para onde vai? Ah, esse segredo... O próprio tudo tenta desvendá-lo até hoje. Eu acho. Chute meu. Nem sei de nada. Só reflito enquanto busco algo.
Seria eu um espelho do mistério? Ele me vê como sendo ele? Seria eu entao um mistério? Ou, pelo menos, como um instrumento que o reflete? Qual é a função de um espelho? Qual seria o reflexo de um mistério? Seria amorfo e transparente? Ou isso é apenas um mito? O que são essas perguntas? Onde estão suas respostas? Isso é mistério? Isso é o reflexo do mistério, existente graças a mim, um agente refletor de sua imagem? Qual é a dimensão de tudo isso?
O vazio me bate novamente. É um choque. Dessa vez mais rápido. É aquele velho e conhecido vazio lá, sabe? O mesmo de quando perguntamos por que estamos aqui e... Ah! Seria o vazio o resultado da reflexão de mistérios que, por serem impossíveis por excelência, dão o vazio em formato de resposta? Seria o vazio a única resposta possível e tangível ao pensamento terreno? Ou, como um feitiço, apenas um artifício para ocupar nossa mente com o vazio e desviar nossa atenção para que assim nunca alcancemos a verdadeira respota? Seriamos dígnos da resposta certa?
Nos restam palpites, teorizações e a vontade de aprender o que está ao nosso alcance... Mesmo que nem tudo o que está ao nosso alcance faça sentido.
Acho que caminhei para um caminho muito iluminado. Voltemos para a neblina mais escura, onde os mistérios saem para brincar e onde o aventureiro pisa no desconehcido... Pronto. Assim é mais divertido!
Esse desconhecido é único e ubíquo. É a essência da água, é a canção da natureza que ressoa como a brisa que se espande para o universo e seu vasto infinito. Infinito porque não se sabe de nada. A partir do momento que se sabe tudo, tudo já não existe mais, nem que tudo sabe. A excitação desaparece e tudo o que citei anteriormente também. É tudo vão.
Mas sabiamente, vários muros foram contruidos para impedir que esse apocalipse chegue algum dia. Se ele chegar, será de outro modo, mas nunca porque um infeliz deteve toda a informação que desejava. Ele sempre será infeliz e morrerá em outro apocalipse caso não mude sua filosofia e simplesmente sinta os números que calcula, beba toda sua soda cáustica e leite de magnésia com cobertura extra de células e seus DNAs. Enquanto produzir todo esse armamento em busca do proibido que faz o fluxo cósmico girar, o infeliz semrpe será infeliz e ponto. Se quer mudar, o primeiro passo seria conformar-se.
Agora, também não é porque temos raiva ou dó do infeliz, cego pela sua sede de experimêntos que desafiam o próprio mistério, que devemos rotular (aliás, outro grande erro da humanidade) a vontade sadia de vestirmos uma capa, chapéu e uma lupa. Essa nossa fantasia, que nasceu no mesmo dia que alguém nasceu, não passa de uma fantasia. Não nos tornaria um profissional. Não nos torna Deus. Logo, ela é saudável. Aliás, é recomendável que se use-a! Pena que nem todos notam que dentro de seu baú existe tal roupa. E pena que alguns que notam, já querem trocá-la por outra de cientísta e depois uma fantasia falsificada de Deus.
Acho que a mãe desses últimos não educaram seus filhos direito. Não colocaram limites. Apenas mimaram e mimaram e mimaram... Quando viram, já eram monstros! Isso que dá, comprar fantasias falsificadas... Pirataria é crime! Se não se pode ter uma fantasia dessas, então que não a tenha! Essa mania de querer possuir o que não pode, na agridoce ilusão de que é mais malandro e que tem o que se quer... Apenas ilusão... Apenas contribuição para um crime maior, um crime que não se vê. Crime semelhante ao de tentar desvendar um ovo, sua mãe e seu conto. Só que esse último é pior. É o erro humano que estava falando sobre antes de começar a explicação sobre as fantasias.
Agora um vazio preenche minha mente e a torna vazia. Perdi a linha. É como uma sala cúbica, toda branca e impossível de se codificar. Ela mexe um pouco suas arestas e a área da superfície próxima a elas. Foi o que passou pela minha cabeça. Assim como uma pomba branca passa pelo céu azul com núvens. Tudo tão mundano. Tudo tão cheio de máscaras já usadas em outros tantos carnavais... Também frutos de humanos. É tudo parte de um código que só faz sentido para quem o criou. E que na verdade é uma farça, cobrem com seu véu refletor todo o resto, toda a nudez existente no ser e estar puros. O que é bruto já está lapidado. Já não tem mais sua função de simples pedra bruta, feia. De pesar sobre o solo, de rolar tortamente devido a suas perfeitas formas deformadas. É tudo tão perfeito. E não se sabe o motivo da perfeição de tudo e nem como foram para onde chegaram, onde estão e onde sempre estiveram. É o mistério a não ser desvendado. Porque, todos que são felizes sabem: nem tudo foi criado para ser descoberto. Não do jeito que se pensa que deve se descobrir. Esse jeito errado que todos acreditam ser o certo, não passa de uma ilusão de uma vida fútil na tentativa ridícula de se aumentar o que já está grande de mais. De que jeito então? Como se descobre de maneira correta se o modo que sabemos é errôneo e sem saída? Bem, isso é segredo. E esse segredo é tão bem guardado que nem eu mesmo sei. Ainda estou procurando com a minha lupa. Mas não do mesmo jeito que os infelizes a usavam: a lupa deve ser usada com o terceiro olho. Só assim se descobre o caminho até o fofoqueiro que contará o segredo, a Verdade Absoluta.
E os que a conhecem não contam a ninguém. Não pode, é pecado! Nem Deus pode contar para alguém, mesmo que em forma de inspiração ou milagre, porque é pecado contra ele mesmo! Pecado contra quem descobre o segredo sem antes ter investigado as impressões digitais e pegadas do fofoqueiro. Pelo menos eu sei onde ele mora: na caverna mais profunda do organismo de quem procura. Talvez no estômago? Não, muito sujo, ph muito baixo, estofado de pecado. Talvez o miocárdio ou o cérebro. Com certeza em algum lugar onde haja algum centro magnético vital. Talves em todos eles. Talvez na união de todos eles junto da inocência e real felicidade de apenas sentir e provar um pouco do mistérios que nos rodeiam, esses safados indecifráveis que fazem questão de nos iludir. Nos fazem acreditar que devem ser encontrados, como uma brincadeira de esconde esconde. Mas na verdade estão em esconderijos de terroristas. Pelo menos sabemos seus nomes. Sabemos que estão mais perto do que imaginamos. Mantemos relações a longas distâncias, contato telepático - outro enigma porém mais palpável.
Quando o momento certo chegar, o encotro tão esperado acontecerá. Forçar algo antes da hora pode ser trágico. É como parir um bebê com uma barriga de apenas 2 meses. Certeza de que não vingará. Mas para que a pressa? O caminho é tão bonito, há tanto do que se quer conhecer no caminho... Quer coisa melhor do que observar o tempo todo o que se deseja conhecer? É como um safari com animais selvagens - mistérios selvagens. Tudo é mistério. O mistério é tudo. Só é trevas quando não se deseja desvendá-lo. Só é apocalipse quando é desvendado. Se não o sentido criado por eles mesmos some. Eles são Deus. Deus é o maior mistério. Deus é tudo. E tudo é uma coisa só. Que serve pra quê? Para onde vai? Ah, esse segredo... O próprio tudo tenta desvendá-lo até hoje. Eu acho. Chute meu. Nem sei de nada. Só reflito enquanto busco algo.
Seria eu um espelho do mistério? Ele me vê como sendo ele? Seria eu entao um mistério? Ou, pelo menos, como um instrumento que o reflete? Qual é a função de um espelho? Qual seria o reflexo de um mistério? Seria amorfo e transparente? Ou isso é apenas um mito? O que são essas perguntas? Onde estão suas respostas? Isso é mistério? Isso é o reflexo do mistério, existente graças a mim, um agente refletor de sua imagem? Qual é a dimensão de tudo isso?
O vazio me bate novamente. É um choque. Dessa vez mais rápido. É aquele velho e conhecido vazio lá, sabe? O mesmo de quando perguntamos por que estamos aqui e... Ah! Seria o vazio o resultado da reflexão de mistérios que, por serem impossíveis por excelência, dão o vazio em formato de resposta? Seria o vazio a única resposta possível e tangível ao pensamento terreno? Ou, como um feitiço, apenas um artifício para ocupar nossa mente com o vazio e desviar nossa atenção para que assim nunca alcancemos a verdadeira respota? Seriamos dígnos da resposta certa?
Nos restam palpites, teorizações e a vontade de aprender o que está ao nosso alcance... Mesmo que nem tudo o que está ao nosso alcance faça sentido.
Acho que caminhei para um caminho muito iluminado. Voltemos para a neblina mais escura, onde os mistérios saem para brincar e onde o aventureiro pisa no desconehcido... Pronto. Assim é mais divertido!
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Si mesmo
Não consigo parar. De repente nasceu uma fome de pensamentos que eu devoro e depois tenho que regurgitar tudo. A fome não surgira antes porque eu era desconfiado. Inseguro. Era perdido, buscava a luz nos outros que, na verdade estão todos no mesmo nível, ao mesmo tempo que em níveis diferentes. Acho que é só a linha que estão que muda, só o material que usam. Não há um melhor.
A diferença é que os que estão firmes sobre as suas próprias núvens têm liberdade de escreverem o que que que queiram. Eles permitem serem livres, deixam seus pensamentos baterem asas. Quem gostar, gostou. Quem não gostar, não gostou.
Eis que surge o conceito de que o que parece ser mais articulado merece mais respeito e é digno de um título de nobreza. E os que não gostaram são entitulados de incapazes. Só porque não conseguiram acessar a mente estranha que lhe foi imposta ou que resolveram se adentrar por conta própria. Uma aventura de última hora, uma experimentação.
Não existem mentes mais enigmáticas que outras, supondo uma mesma escala para todas. São apenas diferentes. Algumas se dão bem e outras não. As que não se entendem, não se entendem. É isso que acontece com alguns ditos burros. Não são burros. Apenas não estão na mesma vibração do que condenam. Ou dos que os condenaram, o que dá na mesma em muitos casos.
Então se você reclama que a frase mais idiota seja aclamada por muitos porque são de autoria de pessoas já aclamadas por muitos que os entendem - ou apenas admiram e/ou fingem entender - e que se você escrevesse uma merda muito grande seria metralhado, por certo será. Não se pode nem mesmo pensar dessa maneira, apenas deixar ser o que se pensa e o que se é, sempre de cabeça erguida e voltada para para si mesmo.
Não me estenderei e nem explicarei melhor o que quero transmitir porque já sinto que acabei de soltar um segredo que eu não deveria ter soltado.
A diferença é que os que estão firmes sobre as suas próprias núvens têm liberdade de escreverem o que que que queiram. Eles permitem serem livres, deixam seus pensamentos baterem asas. Quem gostar, gostou. Quem não gostar, não gostou.
Eis que surge o conceito de que o que parece ser mais articulado merece mais respeito e é digno de um título de nobreza. E os que não gostaram são entitulados de incapazes. Só porque não conseguiram acessar a mente estranha que lhe foi imposta ou que resolveram se adentrar por conta própria. Uma aventura de última hora, uma experimentação.
Não existem mentes mais enigmáticas que outras, supondo uma mesma escala para todas. São apenas diferentes. Algumas se dão bem e outras não. As que não se entendem, não se entendem. É isso que acontece com alguns ditos burros. Não são burros. Apenas não estão na mesma vibração do que condenam. Ou dos que os condenaram, o que dá na mesma em muitos casos.
Então se você reclama que a frase mais idiota seja aclamada por muitos porque são de autoria de pessoas já aclamadas por muitos que os entendem - ou apenas admiram e/ou fingem entender - e que se você escrevesse uma merda muito grande seria metralhado, por certo será. Não se pode nem mesmo pensar dessa maneira, apenas deixar ser o que se pensa e o que se é, sempre de cabeça erguida e voltada para para si mesmo.
Não me estenderei e nem explicarei melhor o que quero transmitir porque já sinto que acabei de soltar um segredo que eu não deveria ter soltado.
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